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Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação
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ICMC » Pós-Graduação » Programas » Matemática » Pesquisa » Dissertações defendidas (2011)

 
Ingrid Sofia Meza Sarmiento
Jorge Alberto Coripaco Huarcaya
Camila Mariana Ruiz
Henry José Gullo Mercado
Andreza Cristina Beezao
Renato Andrielli Laguna
Apoenã Passos Passamani
Carlos Alberto Siqueira Lima
Nelson Antonio Silva
Alex Carlucci Rezende
Rafael Borro Gonzalez
Thaís Maria Dalbelo
Vinicius Casteluber Laass
Northon Canevari Leme Penteado

 
 
 
Título: "Um invariante para sistemas com integral primeira Morse-Bott"
Aluno: Ingrid Sofia Meza Sarmiento
Orientador: Regilene Delazari dos Santos Oliveira
Data da Defesa: 16/08/2011

Banca
Regilene Delazari dos Santos Oliveira
Jose Andres Martinez Alfaro
Ketty Abaroa de Rezende

Resumo
Nesta dissertação são investigados os sistemas diferenciais com integral primeira do tipo Morse-Bott definidos em superfícies compactas e orientáveis. A cada sistema, nas condições acima descritas, associa-se um grafo de modo que a correspondência entre os grafos e as classes de equivalência topologica orbital dos campos investigados seja bijetiva. Portanto, apresenta-se um invariante completo, chamado aqui de grafo de Bott, para essa classe de sistemas. Essa abordagem surgiu como uma iniciativa de generalizar o estudo realizado para sistemas Hamiltonianos com um grau de liberdade com integral primeira do tipo Morse definidos em superfícies 2-dimensionais compactas, onde os conceitos de átomos e fluxos gradiente foram aplicados por A.V. Bolsinov em [4]
 
 
 
 
 
 
Título: "Poliedros de Newton e singularidades de polinômios"
Aluno: Jorge Alberto Coripaco Huarcaya
Orientador: Marcelo José Saia
Data da Defesa: 29/07/2011

Banca
Marcelo José Saia
Roberta Godoi Wik Atique
José Antonio Seade Kuri

Resumo
Neste trabalho, estudamos a relação que existe entre o número de Milnor de um polinômio cômodo ou seja, a soma dos números de Milnor dos pontos singulares isolados deste polinômio, com seu número de Newton. Este número é sempre menor ou igual ao número de Newton e a igualdade entre os números é obtida sempre que o polinômio cômodo possui parte principal Newton não-degenerada no infinito

 
 
 
 
 
Título: "Do número de Milnor ao número de Milnor de Lê"
Aluno: Camila Mariana Ruiz
Orientador: Nivaldo de Góes Grulha Junior
Data da Defesa: 25/07/2011

Banca
Nivaldo de Góes Grulha Junior
Denise de Mattos
José Luis Cisneros Molina

Resumo
Neste trabalho,apresentamos um breve compêndio sobre o estudo topológico das fibras de Milnor. Abordamoso caso clássico, estudado por J. Milnor, e a generalização apresentada por Lê D. T. para o caso de germes de funções analíticas definidas em variedades singulares. Nestas duas situações, os resultados principais tratam de germes de funções com singularidades isoladas
 
 
 
 
 
 
Título: "O anel de cohomologia do espaço de órbitas de Zp-ações livres sobre produtos de esferas"
Aluno: Henry José Gullo Mercado
Orientador: Denise de Mattos
Data da Defesa: 03/06/2011

Banca
Denise de Mattos
Daciberg Lima Goncalves
Alice Kimie Miwa Libardi

Resumo
Denotemos por X ~ p 'S POT. m' x 'S POT. n' um espaço finitístico com anel de cohomologia módulo p isomorfo ao anel de cohomologia de um produto de esferas 'S POT. m' x 'S POT. n', o qual admite ação livre do grupo cíclico G = Zp, com p um primo ímpar. Nosso objetivo neste trabalho é determinar o anel de cohomologia do espaço de órbitas X / G, usando como ferramenta principal a seqüência espectral de Leray-Serre associada à fibração de Borel X 'SETA' 'imath' X G 'SETA' 'pi' B G, onde BG é o espaço classificante do G-fibrado universal wG = (EG;BG; pG; G;G) e XG = EG x G X é o espaço de Borel. Este resultado foi provado por R. M. Dotzel, T. B. Singh and S. P. Tripathi em [14]
 
 
 
 
 
 
Título: "Prescrição de singularidades analíticas de soluções de uma classe de campos vetoriais no toro"
Aluno: Andreza Cristina Beezao
Orientador: Sergio Luis Zani
Data da Defesa: 04/05/2011

Banca
Sergio Luis Zani,
Adalberto Panobianco Bergamasco
Alexandre Kirilov
 
Resumo
Seja L '= PONTO' '\partial IND. t' + ['a(t) + ib (t)] '\partial IND. x' um operador diferencial parcial agindo em distribuições definidas no toro bidimensional 'T POT. 2'; onde a; b : 'T POT. 1' ' SETA' R são funções analíticas reais. Suponhamos que L não ée globalmente analítico hipoelítico e b não é uma função identicamente nula. O objetivo principal deste trabalho é o estudo das soluções singulares de L; através da natureza e da localização das suas singularidades. Com este intuito, primeiramente abordaremos a teoria das séries parciais de Fourier, que nos permitem relacionar o comportamento assintótico dos coeficientes parciais de Fourier de um dado objeto com a regularidade do mesmo
 
 
 
 
 
 
Título: "Órbitas de Sussmann e aplicações"
Aluno: Renato Andrielli Laguna
Orientador: Sergio Luis Zani
Data da Defesa: 26/04/2011

Banca
Sergio Luis Zani
José Ruidival Soares dos Santos Filho
Paulo Leandro Dattori da Silva

Resumo
Nesta dissertação, estudamos as órbitas de uma família D de campos vetoriais suaves em uma variedade suave M. O objetivo é demonstrar dois teoremas de Sussmann: o primeiro teorema diz que as órbitas são subvariedades integrais de uma certa distribuição 'P IND. D' de vetores tangentes em M. O segundo teorema dá condições necessárias e suficientes para que 'P IND. D' seja igual à distribuição gerada pelos campos de D. Como aplicação, estudamos uma caracterização da condição (P) de Nirenberg-Treves para campos vetoriais complexos em 'R POT. 2'
 
 
 
 
 
Título: "Subvariedades bi-harmônicas de variedades homogêneas tridimensionais"
Aluno: Apoenã Passos Passamani
Orientador: Irene Ignazia Onnis
Data da Defesa: 14/04/2011

Banca
Irene Ignazia Onnis
Stefano Montaldo
Barbara Corominas Valerio

Resumo
Neste trabalho estudamos alguns resultados importantes sobre a teoria das subvariedades bi-harmônicas de espaços homogêneos tridimensionais. Existem três classes de espaços homogêneos tridimensionais simplesmente conexos dependendo da dimensão do grupo de isometrias, que pode ser: 3, 4 ou 6. No caso da dimensão ser 6, M é uma forma espacial; se a dimensão do grupo de isometrias for 4, M é isométrica a: 'H IND. 3' (grupo de Heisenberg), SU(2) (grupo unitário especial), ~SL(2,R) (revestimento universal do grupo linear especial), ou aos espaços produtos 'S POT. 2' × R e 'H POT. 2' × R. Feita exceção para 'H POT. 3', no caso da dimensão ser 4 ou 6 o espaço homogêneo é localmente isométrico a (uma parte de) 'R POT. 3', munido de uma métrica que depende de dois parâmetros reais. Tal família de métricas aparece primeiramente no trabalho [3] de L. Bianchi e, mais tarde, nos artigos [14, 35] de É. Cartan e G. Vranceanu, respectivamente. Nesse projeto de mestrado, queremos estudar (essencialmente) resultados de existência e classificação de subvariedades bi-harmônicas nesses espaços, também conhecidos como variedades de Bianchi-Cartan-Vranceanu

 
 
 
 
 
Título: "Dinâmica complexa e formalismo termodinâmico"
Aluno: Carlos Alberto Siqueira Lima
Orientador: Daniel Smania Brandão
Data da Defesa: 01/04/2011

Banca
Daniel Smania Brandão
Katrin Grit Gelfert
Artur Oscar Lopes

Resumo
Estudaremos sistemas dinâmicos complexos da esfera de Riemann, e empregaremos técnicas do Formalismo Termodinâmico incluindo a fórmula de Bowen para provar que a dimensão de Hausdorff 'dim IND. H' J( 'f IND. lâmbda' ) do conjunto de Julia J( 'f IND. lâmbda' ) de uma família holomorfa de funções racionais hiperbólicas f 'lambda' define uma função real analítica do parâmetro 'lambda' . Este resultado foi provado por Ruelle [44] em 1981. Daremos uma prova alternativa usando movimentos holomorfos. Trata-se de uma técnica inovadora, originalmente desenvolvida por Mañé, Sad e Sullivan no trabalho [31] sobre estabilidade estrutural de sistemas dinâmicos complexos
 
 
 
 
 
 
Título: "Uma versão parametrizada do teorema de Borsuk-Ulam"
Aluno: Nelson Antonio Silva
Orientador: Denise de Mattos
Data da Defesa: 18/03/2011

Banca
Denise de Mattos
Thiago de Melo
Pedro Luiz Queiroz Pergher

Resumo
O teorema clássico de Borsuk-Ulam nos dá informações à respeito de aplicações 'S POT. n' 'SETA' 'R POT. n', no qual 'S POT. n' é um 'Z IND. 2' -espaço livre. O teorema afirma que existe pelo menos uma órbita que é enviada em um único ponto em 'R POT. n'. Dold [9] estendeu este problema para o contexto de fibrados, considerando aplicações f : S (E) 'SETA' 'E POT. 'prime'' nos quais preservam fibras; aqui, S (E) denota o espaço total do fibrado em esfera sobre B associado ao fibrado vetorial E 'SETA' B e 'E POT. 'prime'' 'SETA' B é o outro fibrado vetorial. O objetivo desse trabalho é provar esta versão do teorema de Borsuk-Ulam obtida por Dold, chamada versão parametrizada do teorema de Borsuk-Ulam. Nós também provamos uma versão cohomológica deste problema
 
 
 
 
 
 
Título: "Dois métodos para a investigação de ciclos limites que bifurcam de centros"
Aluno: Alex Carlucci Rezende
Orientador: Regilene Delazari dos Santos Oliveira
Data da Defesa: 17/03/2011

Banca
Regilene Delazari dos Santos Oliveira
Luis Fernando de Osório Mello
Marco Antonio Teixeira

Resumo
Um dos mais investigados problemas na teoria qualitativa dos sistemas dinâmicos no plano é o XVI problema de Hilbert que trata dos ciclos limites. Mais precisamente, a segunda parte do referido problema questiona sobre o número máximo de ciclos limites de um sistema diferencial polinomial plano de grau n. Por ciclo limite entendemos uma órbita fechada isolada no conjunto de todas as órbitas periódicas de um sistema diferencial plano.Uma maneira clássica de obter um ciclo limite é perturbando um sistema com uma singularidade do tipo centro. Nesta dissertação apresentamos dois métodos utilizados para a análise do número de ciclos limites que bifurcam de um centro, a saber o método das integrais abelianas e o método do averaging
 
 
 
 
 
 
Título: "Resolubilidade global de uma classe de campos vetoriais"
Aluno: Rafael Borro Gonzalez
Orientador: Adalberto Panobianco Bergamasco
Data da Defesa: 25/02/2011

Banca
Adalberto Panobianco Bergamasco
José Ruidival Soares dos Santos Filho
Evandro Raimundo da Silva

Resumo
O tema em estudo é a resolubilidade global de campos vetoriais em 'T POT. 2 IND. (x,t)' da forma L = '\partial IND. t' +a(x) '\PARTIAL IND. x', onde a 'PERTENCE' 'C POT. INFINITO' ('T POT. 1' ) é uma função real. Consideraremos o caso em que o operador L age no espaço de funções e o caso em que L age no espaço de distribuições. Utilizando teoria de distribuições, forneceremos condições necessárias e sufiientes para que a imagem de L seja um subespaço fechado, ou seja, para que L seja globalmente resolúvel. O caso mais interessante ocorre quando a função a se anula em algum ponto mas não é identicamente nula; neste caso, L será globalmente resolúvel se, e somente se, 'a POT. -1' (0) contiver apenas zeros de ordem finita. Faremos também o estudo da resolubilidade global de operadores da forma P = '\PARTIAL IND. t' + \PARTIAL IND. x' ('a AST .'), os quais são perturbações por um termo de ordem zero dos campos da forma L. Os operadores da forma P surgem quando consideramos o transposto de um operador da forma L

 
 
 
 
 
Título: "O índice de Poincaré-Hopf e generalizações no caso singular"
Aluno: Thaís Maria Dalbelo
Orientador: Nivaldo de Góes Grulha Junior
Data da Defesa: 25/02/2011

Banca
Nivaldo de Góes Grulha Junior
Marcelo Messias
Ana Claudia Nabarro

Resumo
Neste trabalho,estudamos o índice de Poincaré-Hopf, definido para singularidades isoladas de campos de vetores sobre variedades diferenciáveis. Além disso, investigamos algumas definições de índices de campos de vetores definido sem variedades singulares, como o índice de Schwartz e o índice GSV. Estudaremos estes invariantes no caso específico em que (V; 0) é um germe de uma interseção completa com singularidade isolada na origem
 
 
 
 
 
 
Título: "Grupos de tranças do espaço projetivo"
Aluno: Vinicius Casteluber Laass
Orientador: Oziride Manzoli Neto
Data da Defesa: 23/02/2011

Banca
Oziride Manzoli Neto
Lucilia Daruiz Borsari
Eduardo Tengan

Resumo
Dada uma superfície M, definiremos os grupos de tranças de M, denotado por 'B IND. n' (M), geometricamente e usando a noção de espaços de confiuração. Mostraremos a equivalência das definições. Na mesma linha de raciocínio, definiremos os grupos de tranças puras de superfícies 'P IND. n' (M). Apresentaremos as propriedades mais importantes dos grupos de tranças do plano e mostraremos que 'B IND. n' ('R POT. 2') injeta em 'B IND. n' (M), para muitas superfícies M. Mais detalhadamente, obteremos a apresentação de 'B IND. n' ('RP POT. 2' ) e 'P IND. n'('RP POT. 2')
 
 
 
 
 
 
Título: "O produto cartesiano de duas esferas mergulhado em uma esfera em codimensão um"
Aluno: Northon Canevari Leme Penteado
Orientador: Oziride Manzoli Neto
Data da Defesa: 22/02/2011

Banca
Oziride Manzoli Neto
Laercio Aparecido Lucas
Luiz Roberto Hartmann Júnior

Resumo
James W. Alexander, no artigo[1],mostra que se tivermos um mergulho PL f : 'S POT. 1' × 'S POT. 1' 'S POT. 3', então o fecho de uma das componentes conexas de 'S POT. 3' f('S POT. 1' × 'S POT. 1') é homeomorfo a um toro sólido, isto é, homeomorfo a 'S POT. 1' × 'D POT. 2'. Este teorema ficou conhecido por Teorema do toro de Alexander. Nesta dissertação, estamos detalhando a demonstração deste teorema feita em[25] que é diferente da demonstração apresentada em [1]. Mais geralmente, para um mergulho diferenciável f : 'S POT. p' × 'S POT. q' 'S POT. p + q+1' , demonstra-se que o fecho de uma das componentes conexasde 'S POT. p +q + 1' f('S POT. p' × 'S POT. q') é difeomorfo a 'S POT. p' × 'D POT. q + 1' se p q 1 e p + q 'DIFERENTE DE' 3 ou se p = 2 e q = 1 um dos fechos será homeomorfo a 'S POT. 2' × 'D POT. 2' , nesta dissertação estaremos também detalhando estas demonstrações feita em [20]
 
Por Coordenação do Programa de Matemática em 12-Jan-12 09:34
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